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✦ Economia

FMI 06/01/2021 12:01

FMI elogia o Brasil por alcance do Auxílio Emergencial

Com o benefício, até 23 milhões de cidadãos deixaram de entrar na extrema pobreza

 Mesmo com fraudes de terceiros cadastrando, de forma indevida, dados de personalidades como, Neymar, o filho do William Bonner e Luciano Hang, por exemplo, o Auxílio Emergencial teve sua eficácia, reconhecida pelo FMI.

Houve também candidatos políticos com patrimônios milionários que se cadastraram e uma operação deflagrada pela Polícia Federal, para combater as fraudes no programa.

Em julho de 2020, no quarto mês do auxílio, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) já havia feito um levantamento. O resultado mostrou que o benefício reduziu a pobreza ao menor nível em 40 anos.

Em dezembro de 2020, o Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou o relatório Artigo IV , onde destacou que o Governo Federal respondeu rapidamente à crise causada pela pandemia de Coronavírus com a criação do Auxílio Emergencial.

Segundo o documento, o benefício que alcançou diretamente 67,8 milhões de pessoas – cerca de um terço da população – superou os impactos negativos gerados pela paralisação da atividade econômica. O investimento no programa passa de R$ 260 bilhões.

O FMI aponta que até 23 milhões de cidadãos deixaram de entrar na extrema pobreza. Sem o Auxílio Emergencial, esse percentual teria aumentado de 6,7% para 14,6%. Além disso, o benefício fez a taxa de pessoas pobres no país diminuir para 5,4%.

Programas de preservação do emprego, suporte financeiro para os estados e crédito para os pequenos negócios também foram apontados no relatório como iniciativas que ajudam o país a enfrentar as adversidades.

O benefício fez a taxa de pessoas pobres no país diminuir para 5,4%
O benefício fez a taxa de pessoas pobres no país diminuir para 5,4%

Para a faixa da extrema pobreza, a mais vulnerável, são consideradas as famílias com renda de até R$ 56,62 mensais por pessoa. Esses domicílios são formados por pessoas que não têm uma fonte de recursos advinda do mercado de trabalho formal e por indivíduos sem nenhum tipo de renda.

O Auxílio Emergencial do Governo Federal está presente nas regiões em que o Produto Interno Bruto (PIB), um dos indicadores mais expressivos de crescimento econômico, é mais baixo.

REGIÃO NORDESTE
A região, que respondia por 14,5% do PIB nacional em 2017 (segundo o IBGE) e reunia 27,2% da população do País em 2019, recebeu 34,6% dos recursos, num total de R$ 41,8 bilhões, segundo informações consolidadas pela Caixa Econômica Federal.

O destaque na região é a Bahia, que concentra R$ 11 bilhões em pagamentos, quase 10% do valor total. O estado respondia em 2017 por 4,1% do PIB nacional e por 7,1% da população.

REGIÃO NORTE
Com 5,6% do PIB e 8,7% da população brasileira, o Auxílio Emergencial totaliza R$ 13 bilhões, ou mais de 10% do valor total pago. Estado mais populoso da região, o Pará, com 5,2% do PIB nacional e 4,1% da população, recebeu R$ 6,3 bilhões em pagamentos (5,2% do total).

– Essa sempre foi a prioridade do governo do presidente Jair Bolsonaro. É essencial que os recursos do benefício cheguem às regiões, municípios e pessoas que de fato necessitam desse suporte econômico e social durante a pandemia – afirmou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

As demais regiões: R$44,7 bilhões para o Sudeste, 12,7 bilhões para a Região Sul e R$ 8,9 bilhões para o Centro-Oeste.

O investimento do Governo Federal no pagamento do Auxílio Emergencial chegou a R$ 200 bilhões no último dia 18. A marca histórica é alcançada com os créditos de R$ 2,6 bilhões para quatro milhões de cidadãos que nasceram em julho e de R$ 429,5 milhões para os beneficiários do Bolsa Família com o Número de Identificação Social (NIS) final 2. São 67,2 milhões de pessoas beneficiadas com a transferência de recursos do programa criado para reduzir os impactos socioeconômicos causados pela pandemia do novo Coronavírus na população.

Para substituir o Auxílio Emergencial, o Ministério da Economia acelerou os estudos sobre políticas sociais. O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer lançar o Renda Brasil, a ser criado a partir de mudanças no Bolsa Família.

O Auxílio Emergencial em números Foto: Divulgação/Ministério da Cidadania


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