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Venezuela 18/02/2021 18:28

Como ditadores socialistas levaram a Venezuela à armadilha da dívida chinesa

O dinheiro emprestado raramente serviu aos propósitos nominais das transações. Em vez disso, na Venezuela, os fundos do Partido Comunista Chinês (PCC) apenas alimentaram a corrupção bolivariana insaciável.

  A diplomacia da armadilha da dívida é uma das estratégias mais utilizadas da política externa da China. É uma estratégia do Partido Comunista Chinês que permitiu-lhe controlar países inteiros e que funcionou em nações como LaosSri LankaCamboja, Paquistão e Jamaica.

Há 20 anos, a influência econômica de Pequim começou a se expandir. A China começou a sobrecarregar vários países com dívidas impagáveis. A Venezuela é um daqueles que cambaleiam sob a sombra das dívidas insolúveis com o gigante comunista asiático. E foi ditador socialista Hugo Chávez quem primeiramente colocou os venezuelanos neste problema.

O dinheiro emprestado raramente serviu aos propósitos nominais das transações. Em vez disso, na Venezuela, os fundos do Partido Comunista Chinês (PCC) apenas alimentaram a corrupção bolivariana insaciável.

A China aprofundou suas relações comerciais com a América do Sul no início do século XXI. Além da Venezuela, tornou-se o principal parceiro comercial do Brasil, Chile, Peru e também da Argentina.

A Venezuela, com as maiores reservas de petróleo do mundo, estava bem preparada para se tornar um parceiro perfeito para Pequim. O país latino poderia facilmente se tornar seu principal fornecedor confiável de petróleo bruto. Foi até criado um banco binacional. O relacionamento beneficiou a China e Chávez. O ditador socialista viu uma fonte de financiamento para sua agenda revolucionária bolivariana em casa e no exterior. E a o Partido Comunista Chinês a viu a possibilidade de controlar os recursos naturais venezuelanos, inclusive o petróleo, além de também poder usar a Venezuela como um peão em sua disputa com os EUA pela supremacia global.

Até o momento, o plano do PCC funcionou “relativamente bem”. Porque mesmo quando houve um provável colapso do aparato produtivo na Venezuela, dificilmente pode se contentar com o fraco desempenho da economia venezuelana.

A diplomacia da armadilha da dívida chinesa

O caso da venda de minério de ferro venezuelano para a China é um exemplo arquetípico de como funciona a armadilha da dívida chinesa.

Em 2009, a Venezuela assinou um acordo de exportação de minério de ferro para a China. Pequim “emprestaria” US $ 1 bilhão à Venezuela e, em troca, a gigante estatal da mineração CVG Ferrominera Orinoco entregaria 42,96 milhões de toneladas de minério de ferro.

A medida seria recebida pela siderúrgica chinesa Wuhan Iron and Steel Corporation (Wisco). O prazo estimado para pagamento era de 8 anos, mas o ferro teve que ser entregue em menos de 2 anos. Além disso, o pano de fundo do negócio era: a China paga apenas US $ 1 bilhão para garantir 42,96 milhões de toneladas de minério de ferro. O custo segundo as tarifas de mercado em 2009 estavam próximas de US $ 4 bilhões.

Além de enganar, o negócio teve um efeito devastador sobre a capacidade da empresa. Pelo acordo firmado em outubro de 2009, a empresa venezuelana deveria entregar a primeira entrega de 160 mil toneladas de minério de ferro até o final do mês. Também foi forçada a entregar 160.000 toneladas em novembro e 140.000 toneladas em dezembro. Logo ficou evidente que Chávez havia trazido para a Venezuela um monstro do qual não havia como escapar.

Em junho de 2010, a Ferrominera havia entregue apenas 337.250 toneladas de minério de ferro, menos de 10% da cota acordada. Para cumprir seu compromisso anual, ela precisava entregar 3.461.946 toneladas de minério de ferro, em apenas 6 meses. Uma tarefa aparentemente intransponível.

Uma delegação conjunta da Venezuela advertiu que a empresa Ferrominera em breve deveria pagar à China um valor igual ao volume não entregue ao preço acordado. O que significou para a empresa venezuelana foi que ela teve que pagar US $ 70 milhões, somado aos custos de transporte, despesas de embarque e desembarque, entre outros. O mesmo esquema foi repetido.

O sucessor de Chávez, o ditador socialista Nicolás Maduro, em 2019 havia prometido que a Ferrominera voltaria a produzir 3 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. No entanto, a produção nem atingiu a marca de 2 milhões de toneladas em 2020. Um sétimo do que estava produzindo uma década antes.


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