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✦ Política

STF 16/05/2018 06:13

Após Fachin sofrer ameaças, Supremo age para contornar grave situação

Ministro da Suprema Corte brasileira e relator da Lava Jato, Luiz Edson Fachin, tornou-se alvo de ameaças que vieram à tona recentemente.

 A mais alta instância do Poder Judiciário nacional; o Supremo Tribunal Federal (STF), atravessa momentos extremamente complicados, em se tratando de supostas ameaças direcionadas a um de seus ministros da Suprema Corte. Trata-se de um reforço de segurança dirigido ao ministro Luiz Edson Fachin, que possui em mãos uma tarefa exponencialmente complexa; continuar com a relatoria de todos os processos relacionados a maior operação anticorrupção em toda história do Brasil; a Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Porém, vale lembrar que a força-tarefa da Lava Jato é conduzida em primeira instância, pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, capital do estado do Paraná e onde estão concentrados em primeiro grau, os inquéritos que se referem à elucidação de crimes de “colarinho branco” ocorridos através de um mega esquema de corrupção e de distribuição de propinas que acarretou a “sangria” dos cofres públicos da maior estatal brasileira; a Petrobrás.

Mobilização para mais medidas de segurança a magistrado da Suprema Corte
O ministro Edson Fachin, há alguns meses, relatou para a imprensa que estaria sofrendo fortes ameaças e que como magistrado iria buscar medidas que possibilitassem um aumento de sua segurança. O magistrado lida com os mais complexos casos de corrupção e crimes relacionados e tem a responsabilidade de conduzir a relatoria da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Vale lembrar que em meados do mê de março passado, o magistrado revelou que seu familiares estariam sendo alvos de ameaças e intimidação, cuja situação ele preferiu não se prolongar a respeito, mas deixar que as investigações possam concluir o caso.

Um dos principais motivos que levam à preocupação do ministro supracitado do Supremo, seria a segurança de sua esposa, a desembargadora Rosana Amara Girardi Fachin, que segundo ele, não estaria usufruindo de segurança institucional.

A Polícia Federal vem contribuindo de modo exponencial, em se tratando das investigações realizadas a partir da abertura de inquérito, além da garantia de integridade de pessoas que estão em postos públicos elevados. O chefe da Polícia Federal, Rogério Galloro, chegou a realizar reuniões com a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia e com o próprio ministro Fachin para debater a sua segurança.

Entretanto, o Supremo resolveu cortar pela metade, em se tratando dos últimos dois anos, a segurança de ministros que residem nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Porém, já no estado do Paraná, que é o local em que reside o ministro Edson Fachin, a Corte aumentou os gastos inerentes à segurança do magistrado ao aumentar o número de agentes que reforçam a segurança do ministro supra-citado em duas vezes.

Via: blastingnews


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