Dilmar Dal Bosco está com reeleição garantida, enquanto Rezende e Júlio brigam por 1 vaga
Considerando que o quociente será de 78 mil votos, a federação União-PP espera somar ao menos 140 mil votos para garantir a segunda cadeira.

O União Progressista, que enfrenta em Mato Grosso uma situação paradoxal de ser a maior legenda, mas com poucos pré-candidatos competitivos à Assembleia Legislativa, se esforça para conquistar duas cadeiras.
Sabe-se que o “puxador” de votos será o deputado Dilmar Dal Bosco, que deve se reeleger para o quinto mandato com mais de 50 mil votos. Em 2022, ele chegou a 42.156.
Considerando que o quociente será de 78 mil votos, a federação União-PP espera somar ao menos 140 mil votos para garantir a segunda cadeira. E dois vão brigar por ela, justamente os deputados Sebastião Rezende, que está no sexto mandato seguido, e Júlio Campos, que conquistou o primeiro mandato na AL na eleição passada com 33.800.
Os demais da chapa, que conta com 17 pré-candidaturas, vão concorrer mais para ajudar nos votos de legenda, como o vice-prefeito de Água Boa, Ari Zandoná, e os vereadores Michelly Alencar (Cuiabá), Ruam Batista (Colíder), Elisa Gomes (Alta Floresta) e Marta Conceição (Rosário Oeste).






