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Comer em casa ficou mais caro; veja os alimentos que mais subiram e caíram de preço

Em contrapartida, alguns itens ficaram mais baratos, como o café moído (-2,38%) e as frutas (-0,70%). Comer fora de casa também desacelerou: os preços subiram 0,49% em maio, menos do que em abril.

    Depois da alimentação, o grupo Habitação foi o que mais impactou a inflação, com alta de 1,22% (contribuição de 0,18 ponto percentual). O principal vilão foi a conta de energia elétrica residencial, que subiu 3,67% – o item de maior contribuição individual para o IPCA de maio.

Já o grupo Saúde e cuidados pessoais avançou 0,90%, com impacto de 0,12 ponto percentual. Juntos, alimentação, habitação e saúde concentraram a maior parte da alta dos preços no mês.

Resultados por grupo (IPCA maio)

GrupoVariação
Alimentação e bebida1,33%
Habitação1,22%
Artigos de residência0,08%
Vestuário0,62%
Transportes-0,46%
Saúde e cuidados pessoais0,90%
Despesas pessoais0,41%
Educação0,00%
Comunicação0,23%

O que diz o IBGE

Segundo José Fernando Gonçalves, gerente do IPCA, os aumentos nos alimentos foram influenciados por menor oferta e também pelo valor do frete, impactado pela alta dos combustíveis.

Em contrapartida, alguns itens ficaram mais baratos, como o café moído (-2,38%) e as frutas (-0,70%). Comer fora de casa também desacelerou: os preços subiram 0,49% em maio, menos do que em abril.

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