Duda Salabert (PSOL) pede fim da fita adesiva para ratos e insiste em aborto tardio
Debate à esquerda: fim da cola para rato versus direitos do aborto até o nono mês

O uso de armadilhas de cola para captura de ratos e camundongos tem sido alvo de controvérsia, especialmente após declarações do PSOL que levantam críticas ao método, qualificando-o como cruel. As armadilhas, conhecidas por sua alta eficiência na captura de roedores e insetos rasteiros, são amplamente utilizadas devido à praticidade de seu uso pronto.
A deputada Duda Salabert (PSOL) manifestou-se publicamente contra a fita adesiva utilizada nesses dispositivos, argumentando que o método causa sofrimento aos animais. “É uma crueldade manter esse tipo de armadilha em uso”, afirmou. No entanto, o partido tem sido alvo de críticas por posições consideradas contraditórias, especialmente no que tange à pauta do aborto.
Recentemente, o PSOL pressionou o Supremo Tribunal Federal (STF) a garantir o direito ao aborto até o nono mês de gestação, uma medida que provocou debate acalorado na sociedade. Enquanto repudia a utilização de armadilhas que causam sofrimento a pequenos animais, o partido defende o aborto em fases avançadas da gravidez, o que para alguns setores é visto como controverso.
O confronto entre as posições do PSOL levanta questionamentos sobre coerência e prioridades na defesa dos direitos, colocando em evidência os diferentes valores atribuídos a vidas, sejam elas humanas ou animais. O debate segue em pauta, e o STF terá papel fundamental na definição de diretrizes tanto sobre métodos de controle de pragas quanto sobre políticas de saúde reprodutiva.







