Homem armado que se passava por policial é preso em estádio onde será realizado funeral de Charlie Kirk
A viúva de Charlie Kirk, Erika, deve discursar ao lado de Trump. Entre os demais convidados confirmados para falar estão a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles; o secretário de Estado, Marco Rubio; o secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr.; o secretário de Guerra, Pete Hegseth; a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard; além de Donald Trump Jr., Tucker Carlson e outros aliados políticos do ex-presidente.

Um homem armado, que alegava ser integrante das forças de segurança, foi preso por agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos no estádio State Farm, em Glendale, Arizona, onde será realizado neste domingo (22) o funeral do ativista conservador Charlie Kirk.
Segundo informações divulgadas pelo The Washington Post, Joshua Runkles, de 42 anos, portava uma faca, uma arma de fogo e credenciais policiais vencidas. Ele foi detido ainda dentro do estádio, sede do time Arizona Cardinals da NFL.
De acordo com autoridades, Runkles disse aos agentes do Serviço Secreto que estava no local para prestar serviços de segurança privada e apresentou documentos de identificação de forças de segurança “inativos”.
O Departamento de Segurança Pública do Arizona confirmou que o suspeito foi levado à Cadeia do Condado de Maricopa, acusado de falsidade ideológica ao se passar por policial, crime considerado felonia no estado, e de porte de arma em local proibido, classificado como contravenção. Ele foi posteriormente libertado mediante fiança, cujo valor não foi divulgado. As investigações seguem em andamento.
Uma fonte federal informou à Fox News Digital que Runkles já trabalhou como xerife adjunto no estado de Idaho. As autoridades agora investigam seu histórico e os motivos de sua presença no estádio.
Segundo Anthony Guglielmi, porta-voz do Serviço Secreto, o homem conseguiu entrar no local antes da instalação do perímetro de segurança. “O indivíduo afirmou ser policial e estar armado, mas não fazia parte da equipe autorizada a atuar no evento”, destacou.
O funeral de Charlie Kirk, intitulado “Building a Legacy: Remembering Charlie Kirk”, deve reunir mais de 100 mil pessoas, incluindo o presidente Donald Trump, o vice-presidente JD Vance e outras autoridades de alto escalão do governo norte-americano.
O Departamento de Segurança Interna dos EUA classificou a cerimônia como evento de nível 1 de importância nacional, o mais alto da escala, o que permite mobilização máxima de recursos federais para apoiar as forças locais na segurança.
Relatórios da ABC News indicam que as autoridades já monitoravam “diversas ameaças de credibilidade desconhecida” antes da cerimônia, destacando que a presença de figuras políticas de destaque e a ampla cobertura midiática tornam o evento um potencial alvo para extremistas.
A viúva de Charlie Kirk, Erika, deve discursar ao lado de Trump. Entre os demais convidados confirmados para falar estão a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles; o secretário de Estado, Marco Rubio; o secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr.; o secretário de Guerra, Pete Hegseth; a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard; além de Donald Trump Jr., Tucker Carlson e outros aliados políticos do ex-presidente.
As medidas de segurança incluem detectores de metal, restrição total ao porte de bolsas e monitoramento aéreo e terrestre. “Muitos dos protocolos não serão visíveis ao público, mas estarão em plena operação”, disse Jose Santiago, porta-voz da polícia de Glendale.



