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“Escândalos atuais x governo Bolsonaro: a postura controversa do Supremo Tribunal Federal”

"O silêncio do STF diante dos escândalos: o único ministro que tem idade é André Mendonça"

    O Brasil vive hoje um momento preocupante, que pode ser caracterizado como um verdadeiro Estado de exceção disfarçado, onde o Poder Executivo e, principalmente, o Judiciário têm direitos e garantias constitucionais suspensos sob o pretexto de resolver crises internacionais. Embora previsto na Constituição como uma medida temporária e extrema para situações graves, esse mecanismo vem sendo utilizado de forma distorcida, especialmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que tem decisões monocráticas com nítido viés político, polarizando a justiça e aplicando julgamentos seletivos.

É notório que o STF, ao invés de atuar como guardião imparcial da Constituição, tem se posicionado de maneira partidária, punindo severamente opositores políticos enquanto absolve integrantes de grupos alinhados. Um exemplo emblemático desse cemitério foi o caso do ex-presidente na época Luiz Inácio Lula da Silva, hoje presidente. Condenado em múltiplas instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro, preso por mais de 500 dias, acabou sendo inocentado em decisões controversas que, além de desconsiderarem as provas e delações contundentes da Operação Lava Jato, resultaram na extinção da própria operação e na anistia aos envolvidos — muitos dos quais presumiram a culpa e devolveram valores aos cofres públicos. Curiosamente, não foram apenas inocentes, como também receberam ressarcimento.

Reprodução

Em contrapartida, cidadãos que demonstram apoio ao ex-presidente Bolsonaro estão sendo perseguidos judicialmente, punidos com prisões e acusações desproporcionais, muitas vezes por atos simbólicos ou insignificantes, como a cabelereira Débora do Batom, que foi condenada por apenas escrever “perdeu mané” na estátua da Justiça — um claro excesso que, em países democráticos e sérios, resultaria apenas em advertências ou multas.

Esse quadro revela uma seletividade escancarada na aplicação da justiça: crimes gravíssimos como tráfico de drogas, homicídios, feminicídios, roubos, estupros e corrupção aparentemente são minimizados quando há envolvimento de apoiadores do lado “certo”, enquanto os opositores são duramente penalizados. Pergunta-se também qual crime concreto o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro teria cometido? Diante da ausência de provas cabais apresentadas até o momento. O STF, ao assumir essa visão política, criou uma crise inconstitucional sem precedentes e sem mecanismos claros para sua resolução.

Em suma, o cenário atual denuncia uma ruptura do estado democrático de direito, onde o Judiciário, ao agir de forma parcial e política, contribui para uma instabilidade institucional profunda, comprometendo a confiança da população no sistema jurídico e na própria democracia brasileira. O País precisa resgatar urgentemente a imparcialidade, o respeito à Constituição e a aplicação equitativa da justiça para que o país possa superar essa grave crise jurídica e política.

O ministro do STF, André Mendonça, se destacou por assumir pessoalmente as investigações relacionadas ao escândalo do Banco Master e ao roubo de recursos do INSS, um dos maiores episódios de corrupção registrados no país. Curiosamente, ele é o único ministro que se manifestou alguma posição sobre o caso, enquanto os demais permanecem em silêncio. Esse silêncio levanta uma questão importante: será que a inação dos outros ministros está relacionada ao alinhamento político dos envolvidos? Afinal, parece evidente que se deputados e senadores da direita estivessem implicados, as respostas seriam instantâneas e severas, com um estardalhaço público e medidas rigorosas.

Durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, não faltaram investigações e intimações baseadas em narrativas criadas por membros da esquerda, muitas vezes sem qualquer prova concreta. Bolsonaro foi frequentemente convocado a prestar esclarecimentos, que acabaram por revelar a fragilidade das acusações. Essa rotina de ataques e investigações infundadas dificultou sobremaneira a governabilidade, evidenciando um caráter político e persecutório nas ações da Suprema Corte naquele período.

Hoje, diante de escândalos investigados envolvendo desvios de verba e má gestão de recursos públicos, o silêncio do STF é garantido. A ausência de manifestações ou medidas corretivas por parte dos ministros, diante de provas incontestáveis, suscita dúvidas sobre a imparcialidade e a justiça que deveriam nortear suas atuações. Se esses mesmos acontecimentos ocorressem durante o governo Bolsonaro, certamente teriam uma ocorrência veemente, com intensas investigações e cobranças incessantes e um barulho ensurdecedor na mídia nacional e internacional.

Esse contraste demonstra uma preocupante dualidade na atuação do STF, que parece ser seletiva ao tratar casos de acordo com interesses políticos. Tal postura exige a restrição da instituição e abre espaço para interpretações de que a justiça não está sendo aplicada de forma igualitária. É fundamental que o STF atue com independência, transparência e equidade, garantindo que todos os envolvidos, independentemente de sua orientação política, sejam investigados e responsabilizados pelos seus atos, preservando assim a confiança da sociedade nas instituições democráticas.

Essa é a minha Opinião!

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