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Janja Lula da Silva prepara carne de paca no almoço de Páscoa e causa polêmica nas redes

Almoço especial de Páscoa com carne de paca provoca questionamentos sobre proteção animal e impunidade

    Na tarde do último domingo (5), a primeira-dama Janja Lula da Silva compartilhou nas redes sociais um almoço especial de Páscoa com um prato pouco comum: carne de paca, servida ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em vídeo publicado no Instagram, Janja mostrou o preparo da receita, explicando que a carne ficou marinando por dois dias com alho, tempero verde e ervas. “Carne de caça pede erva”, comentou enquanto dourava o alimento.

Durante a gravação, Lula aparece acompanhando o preparo e, após provar o prato, elogiou a esposa. “Eu acabei de comer a paca. Eu duvido que em algum lugar do país alguém já comeu uma paca tão gostosa como essa que eu comi hoje. Foi divina. Parabéns, Janjinha”, afirmou o presidente. Janja ainda ressaltou na legenda: “Domingão de Páscoa é dia de fazer pratos especiais por aqui. Maridão aprovou”.

O vídeo mostra apenas o casal e as cachorras da família, sem identificação da pessoa responsável pela gravação. Além do caráter familiar, a escolha pelo prato inusitado provocou reações nas redes sociais: a paca, um roedor de grande porte cuja carne é consumida em algumas regiões do Brasil, é também um animal em extinção e totalmente protegido por lei.

Paca – Animal em extinção/Reprodução

A situação levantou debates sobre a possível implicação legal do ato. Internautas destacam que, se fosse um político de oposição, especialmente da direita, exibindo o preparo de carne de um animal protegido, as consequências jurídicas poderiam ser severas, incluindo processos e sanções rigorosas. Comentários apontam também para um tratamento diferenciado entre figuras públicas: enquanto Lula não enfrentaria consequências aparentes, caso o ex-presidente Jair Bolsonaro tivesse publicado conteúdo semelhante, haveria pressões imediatas do Supremo Tribunal Federal (STF) para esclarecimentos, com prazos curtos para resposta.

Até o momento, não houve manifestação oficial das autoridades competentes sobre o episódio. O caso reafirma a sensibilidade da sociedade brasileira em relação à preservação ambiental e à aplicação da legislação, sobretudo quando envolve personalidades públicas.

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