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Ministra Cármen Lúcia alertou que só um poder frágil não tolera crítica

Dois anos antes, em 2016, outra frase da ministra se tornara icônica: “O ‘cala a boca’ já morreu, quem manda na minha boca sou eu”

     Em meio à perplexidade com a represália do ministro do STF Gilmar Mendes ao post do ex-governador mineiro Romeu Zema satirizando o envolvimento de ministros da Corte no escândalo do Banco Master, vale a pena lembrar a frase lapidar da ministra Cármen Lúcia, no contexto de ação da Abert, associação de emissoras, contra tentativas de censura a sátiras e críticas políticas na campanha eleitoral de 2018. “Poder que não tolera crítica humorística é um poder frágil”, sentenciou a magistrada.

Não tinha morrido?

Dois anos antes, em 2016, outra frase da ministra se tornara icônica: “O ‘cala a boca’ já morreu, quem manda na minha boca sou eu”.

Juíza de visão

O alerta da ministra se materializaria depois no poder supremo que, em sua vulnerabilidade, não suporta o contraditório, a crítica ou a sátira.

Contraste é inescapável

Mas Cármen Lúcia tem avalizado medidas que flertam ou apoiam restrições à liberdade dos brasileiros, sobretudo nas redes sociais.

Liberdade de ideias faz mal?

Em 2025, ela ajudou a desfigurar o Marco Civil da Internet para “impedir que 213 milhões de pequenos tiranos sejam soberanos na internet”.

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